Autor

Maria Fernanda

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 Nós fomos convidadas pelo Brechó Dos Flamingos para fazer uma experiência de compra no e-commerce do brechó e vamos mostrar o passo a passo aqui. Nós recebemos um vale-presente de R$ 100,00 pelo correio. Esse item é vendido no site deles e você pode enviar para alguém que gosta em qualquer lugar do Brasil. Ele pode ser um cartão impresso que chega pelo correio ou também virtual.

  1. O SITE

O nosso primeiro passo foi abrir o site do brechó https://bydosflamingos.com.br/brecho-online/ e selecionar as peças que mais gostamos. Para isso fomos direto na aba de “mulheres” e entramos nas categorias que a gente queria, ex: tops, blusas e camisetas. Foi difícil escolher porque são muitas opções lindas mas enfim escolhemos as peças que mais gostamos e que tem a ver com o nosso estilo. 

  1. A ESCOLHA

Para escolher, selecionamos as peças que gostávamos mais e também checamos se o tamanho era o nosso. Na descrição de cada peça tem as características do tamanho, de onde veio a peça, o material te que é feita. É importante saber as suas medidas na hora de comprar para ver se batem com as medidas da descrição.

  1. TABELA DE MEDIDAS

Para facilitar a identificação do tamanho, no site há um guia de tamanhos medidas bem completo para você checar se a peça caberá em você, afinal de contas, ninguém gosta de comprar algo e ver que não serve depois de chegar em casa.

 

  1. COMPRA

Depois, clicamos em comprar e a peça vai direto para o carrinho. Lá na tela final aparece um resumo das peças que escolhemos com fotos.

  1. CÓDIGO DE DESCONTO

Na hora de finalizar a compra, inserimos o cupom do vale-presente que recebemos no espaço “aplicar cupom” e o valor do vale foi aplicado na hora.

 

  1. AS PEÇAS

Depois de alguns dias, as peças chegaram pelo correio, a embalagem reutilizada, bem sustentável, com nossas peças embaladas com muito capricho. E gente, elas vieram passadas, dobradinhas e muito cheirosas!

Confira alguns looks que fizemos com as peças lindas do Dos Flamingos. Aproveite também e conheça outras peças disponíveis no site do brechó www.bydosflamingos.com.br/brecho-online/ e no instagram @bydosflamingos. Nós adoramos a experiência, é muito simples e prático.

 


 

Hoje o recurso mais escasso e precioso que existe para a nossa sobrevivência é a água. O mundo carece de recursos hídricos que antes eram abundantes, as cidades grandes como São Paulo passam cada vez mais por uma escassez que provoca grandes mudanças nos hábitos urbanos. Mas você já parou pra pensar que o que você compra também impacta no consumo excessivo ou na preservação da água? Uma maneira de diminuir o impacto ambiental no consumo de água relacionado a moda é economizando na lavagem de roupas, ou ainda utilizando a água que seria descartada para outras atividades domésticas, como lavar o quintal por exemplo.

Uma pesquisa desenvolvida pela Vicunha e a o Portal Ecoera identificou os números do consumo de água na produção de uma calça jeans. O projeto Pegada Hídrica verificou ainda que a maior porção de água impactada com a produção da calça não está exatamente no consumo mas sim está nos efluentes gerados em cada etapa do processo. Quer dizer que quando produzimos uma calça a natureza terá que usar uma certa quantidade de água para diluir o que foi recebido de rejeito da industria têxtil. E isso provoca um enorme alerta para que nós consumidores estejamos atentos às marcas que consumimos e exijamos o tratamento dos efluentes gerados pela indústria.

São números muito interessantes mas que por si só não bastam, cabe a nós a partir de agora cobrar por melhorias pois queremos continuar vestindo calças que nos deixem lindas e em paz com a mãe natureza.   

Por uma moda que conserva e restaura o meio ambiente e escuta
as pessoas, especialmente as mulheres.
Durante os últimos 5 anos, a Semana Fashion Revolution se concentrou em destacar os trabalhadores da cadeia de fornecimento da moda. Vimos centenas de milhares de pessoas usarem a hashtag #QuemFezMinhasRoupas ao redor do mundo para pedir maior transparência da indústria. Milhares de marcas compartilharam detalhes sobre as instalações e pessoas que fazem suas roupas. Milhares de trabalhadores, artesãos, fazendeiros e produtores contaram suas histórias usando a hashtag #EuFizSuasRoupas.

Entretanto, o desrespeito aos direitos humanos, a desigualdade de gênero, a degradação ambiental e o consumismo desenfreado continuam sendo frequentes na indústria global da moda.
Pesquisas apontam que as peças de vestuário estão entre os itens com maior risco de serem produzidos por meio da escravidão moderna.O abuso sexual, a discriminação e a violência de gênero contra mulheres são endêmicos na indústria global de vestuário, onde as mulheres representam em média 80% da força de trabalho. O Global Slavery Index encontrou 40,3 milhões de pessoas em situação de escravidão moderna em 2016, das quais 71% são mulheres.
A produção global de têxteis emite 1,2 bilhão de toneladas de gases de efeito estufa anualmente, mais do que os vôos internacionais e os transportes marítimos juntos. Enquanto isso, todos os anos, mais de 150 milhões de árvores são derrubadas para a fabricação de viscose, geralmente de florestas antigas e ameaçadas. Produzimos 53 milhões de toneladas de fibras para a
fabricação de roupas e têxteis por ano, para jogar fora ou queimar 73% dessas fibras.
Uma mudança sistêmica é mais urgente do que nunca se quisermos combater as mudanças climáticas e criar um futuro mais igualitário para todos. Durante a Semana Fashion Revolution 2019, a campanha trabalhará sobre três pilares:
Mudança cultural
Sempre que compramos, usamos ou descartamos roupas, geramos uma pegada ambiental e um impacto nas pessoas que as produzem – em sua maioria, mulheres.
Nós incentivamos as pessoas a reconhecerem seus próprios impactos ambientais e a agirem para mudar a cultura da moda. Queremos que todos valorizem a qualidade, ao invés da quantidade, e a dignidade no trabalho.
“Queremos lembrar que a moda revolucionária é aquela que faz bem para todos: para a Terra, para quem fez e para quem usa. Lembrar que moda, representatividade e liberdade devem estar na mesma página”, diz Fernanda Simon, Diretora Executiva do Fashion Revolution Brasil.
Mudança na indústria
Não podemos nos dar ao luxo de viver em um mundo onde nossas roupas destroem o meio ambiente, prejudicam ou exploram as pessoas e reforçam as desigualdades de gênero. Em outras palavras, este não é um modelo de negócios sustentável.
A indústria da moda deve medir o sucesso além das vendas e lucros. Precisamos de uma indústria que valorize igualmente o crescimento financeiro, o bem-estar humano e a sustentabilidade ambiental.
Nós exigimos uma indústria de moda transparente e que se responsabilize pelas suas práticas e impactos sociais e ambientais.
Mudança política
Nós queremos ver a transparência e a responsabilidade social e
ambiental da indústria global da moda dentro da agenda governamental de todos os países.
Com os regulamentos e incentivos corretos em vigor e devidamente implementados, o governo pode incentivar uma “corrida pelo primeiro lugar”, onde cidadãos e empresas sejam solicitados, incentivados e apoiados a adotar mentalidades e práticas mais responsáveis e sustentáveis.
Melhorar a forma como as roupas são produzidas, compradas, cuidadas e descartadas é responsabilidade de todos e os governos devem fazer mais para garantir que o futuro da moda seja responsável, sustentável e regenerativo por princípio.
Como participar:
Pergunte às marcas da seguinte maneira:
1- Tire uma foto vestindo uma peça de roupa ou acessório
2- Poste e tagueie a marca
3- Pergunte quem fez usando as hashtags:
#QuemFezMinhasRoupas
#FashionRevolution
As marcas respondem quem fez, mostrando as pessoas por trás
de suas produções, usando as hashtags:
#EuFizSuasRoupas
#FashionRevolution
Não esqueça de divulgar e sempre marcar @fash_rev_brasil

Você sabia que o conteúdo dos glitteres são microplásticos que nada mais são do que plásticos moídos? Por ser uma partícula muito pequena o controle da reciclagem desse material é quase impossível. 

Lavar o glitter na pia do banheiro joga ele diretamente para o oceano, jogar glitter no corpo no meio da rua e deixar cair no chão leva os glitteres para esgotos e consequentemente para os oceanos. Ou seja, todo lugar que a gente usa e sai do potinho foge do nosso controle, e por isso o fim desse material são sempre mares.  

Com foco na resolução desse problema nós e outras marcas preocupadas com o meio ambiente desenvolvemos os potinhos de glitter biodegradável. Nós temos nas cores cobre, amarelo e graffiti podem ser comprados on line no site https://www.elo7.com.br/lojadesavesso. São compostos por pigmento cosmético mineral e vegetal e gelatina incolor. Depois de usar é só lavar na pia e retirar todo o conteúdo que será tranquilamente decomposto na água em algum tempo.

A cidade de São Paulo deve ser a mais nova capital a adotar uma lei que proíbe o uso e fornecimento dos canudos de plástico em hotéis, restaurantes, bares, padarias e demais estabelecimentos comerciais. A multa para quem descumprir a lei vai ser de 8 mil reais.  

O projeto está em fase final de redação e aprovação pela Câmara Municipal, e logo depois segue para sanção do Prefeito Bruno Covas, que já demonstrou interesse em aprovar o projeto.  

O motivo da lei grande parte da população já conhece, é que o canudo compõe 4% do lixo plástico dos oceanos. Além disso, por ser um componente de petróleo, pode demorar mais de 1000 anos para se decompor. Ele também entra no time dos outros resíduos plásticos que até 2050 devem existir em maior número nos oceanos do que os peixes.  

As cidades litorâneas de Fortaleza, Salvador, Rio de Janeiro, Camboriú, Ilhabela,  Santos e a ilha de Fernando do Noronha já proibiram o uso do canudo. 

Assim que o poder executivo de São Paulo aprovar o projeto de lei a cidade vai entrar para o rol dos governos preocupados com o combate com o descarte de materiais de difícil decomposição. Resta à população adotar novos hábitos e à iniciativa privada rever seus conceitos de uso e descarte para oferecer soluções que incluam a compostos biodegradáveis em suas metas principais de inovação. 

Quem tiver interessado em combater o descarte de canudos de plástico pode comprar os canudos sustentáveis do Desavesso feitos de aço inox, que podem ser reutilizados diversas vezes, disponíveis na nossa loja on-line: www.elo7.com.br/lojadesavesso.

O carnaval surgiu como uma celebração do homem por sua colheita adquirida, muita festa e celebração em comunhão com a natureza em gratidão aos bens fornecidos por ela. Porém nos dias atuais o que vemos é uma grande massificação do consumo de insumos descartáveis e a festa acaba se tornando um grande gerador de lixo, que na hora da folia é usada em meio a muita alegria, mas depois vira um monte de entulho. Fantasias de plástico, plumas, pedaços de metal e às vezes vidros e espelhos que tem uma baixíssima durabilidade e uma decomposição longa, com décadas a perder de vista. Escute seu coração e a natureza e leia esse texto para entender os motivos que fazem o único carnaval possível ser aquele que nós fazemos as pazes com a mãe terra e a respeitamos. Descubra quais pequenos hábitos podem ser transformados para tornar a folia menos poluente.  

Plástico, plumas e partículas de vidros, e outros descartáveis que podemos evitar para não sermos os vilões da folia

Um dos maiores vilões do carnaval é o glitter e a purpurina. Os conteúdos dos glitteres são microplásticos, que nada mais são do que plásticos moídos. Outro componente encontrado muitas vezes fundido na mesma partícula é o metal, ou plástico metalizado, o que dificulta ainda mais a decomposição já que são dois insumos diferentes grudados.

O problema de utilizar microplástico pra brilhar no carnaval é que o controle do descarte desse material é quase impossível. Lavar o glitter na pia do banheiro joga ele diretamente para o oceano, jogar glitter no corpo no meio da rua e deixar um rastro de purpurina no chão leva os glitteres para esgotos e consequentemente para os oceanos. Ou seja, todo lugar que a gente usa e sai do potinho foge do nosso controle, e por isso o fim sempre são os mares.  

Para solucionar esse problema de quem quer brilhar sem poluir foi criado o glitter biodegradável. Muitas marcas se especializaram em produzir esse item e estão vendendo principalmente online, e como o Desavesso é um defensor de uma sustentabilidade prática e funcional também aderiu à moda. Os glitteres biodegradáveis nas cores coral, dourado e graffiti podem ser comprados on line no site https://www.elo7.com.br/lojadesavesso. Eles são compostos por pigmento cosmético mineral e vegetal e gelatina incolor. Depois de usar é só lavar na pia e retirar todo o conteúdo que será tranquilamente decomposto na água em algum tempo.  

Outro ponto em que o folião pode contribuir para a diminuição do descarte na época do carnaval é na hora de investir em fantasias. Assim como as roupas tudo que for usado mais vezes é mais sustentável, portanto tente identificar no seu guarda-roupa ou de outras pessoas próximas se por acaso não tem alguma fantasia que você possa reformular para usar de novo. Há ainda a possibilidade de emprestar de algum amigo, ou até quem sabe usar alguma roupa como fantasia incrementando a maquiagem e os acessórios, é uma maneira de cuidar do meio ambiente e também de economizar. Nunca é demais reforçar que não é tudo que você vê que você precisa comprar só porque alguém famoso está usando ou porque parece que vai ficar maravilhoso e todo mundo vai estar usando o item mais babado desse carnaval.

As festas de carnaval também costumam ter muitos itens jogados que aumentam o clima de folia. Mas gente, tem mesmo que jogar um monte de papel no ar pra virar festa? O que vale usar serpentina e confete que depois vai ser tudo varrido para o lixo numa grande bola de papel? Não tem graça. Essa é uma moda que existe há décadas e que está muito ultrapassada. Hoje ainda há algumas opções biodegradáveis pra substituir o confete fazendo em casa mesmo, com um furador de círculo recorte várias folhas de árvore e transforme em um confete 100% natural.

Ninguém precisa sujar o mundo para brilhar, mas já que é quase impossível evitar o plástico para fantasias e acessórios ao menos busque dar preferência para as peças sem partículas pequenas e que mesmo que sejam descartadas podem ser recicladas, e sempre que for possível use itens que não possuem plástico na composição. Lembre-se de descartar todos os itens que não podem mais usados por estarem danificados no local correto e não jogue simplesmente na rua quando parar de te servir, e se ainda tiver durabilidade passe para frente, doe para algum amigo ou outra pessoa que possa usar.  

Claro que para adotar todos esses hábitos vamos ter que sair da nossa zona de conforto e fazer algumas coisas que talvez deem um pouco mais de trabalho do que só entrar numa loja e comprar uma roupa, acessório ou fantasia e sair. Mas olhando isso ao longo dos anos vai ser um ganho muito importante para o planeta e em pouco tempo é possível sentir esse benefício nas economias. São pequenas mudanças que aprimoram nossa vida e convivência. O nosso planeta é só um, não tem um plano B então a hora da gente cuidar dele é agora mesmo mesmo em meio a folia.

Hoje, 28/01, é o dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, e nós do Desavesso viemos lembrar porque  é importante prestar atenção antes de comprar alguma peça de roupa, e o que você pode fazer para não contribuir com esse tipo de triste realidade que ainda hoje acontece.   

Com a terceirização e quarteirização do serviço de costura de grandes magazines para oficinas menores, nem sempre há o monitoramento das situações em que as roupas são produzidas e as condições que os trabalhadores são submetidos. Não por acaso diversas marcas aqui no Brasil e fora já tiveram oficinas descobertas onde os trabalhadores viviam em condições degradantes e em alguns casos recebiam pela produção de uma peça um pagamento 139 vezes menor do que o valor que o produto seria vendido.

Nunca é demais buscar informação sobre as marcas e grifes que você consome, dar um Google no nome da marca, procurar os relatórios nos sites, e também no site do Ministério Público e verificar se há alguma denúncia ou investigação contra ela, isso é   fundamental pra quem quer fazer um consumo consciente. E se o nome da sua marca favorita  estiver envolvido em alguma investigação é hora de repensar sobre ela.

Algumas ferramentas podem ser usadas na seleção de marcas confiáveis. O aplicativo Moda Livre, criado pela ONG Repórter Brasil, mostra o grau de responsabilidade de 131 marcas nacionais e importadas, e está disponível para iOS e Android. Outro documento importante é o Índice de Transparência do Fashion Revolution Brasil, que reúne informações sobre 20 marcas brasileiras, disponível nesse link: http://bit.ly/baixeoindicebr.     

No ano passado nós do Desavesso fomos convidadas para participar de uma ação do Ministério Público do Trabalho , o somoslivres.org, de combate ao trabalho escravo na indústria da moda. Conhecemos mais sobre o tema e ficamos super felizes de ver que muitas pessoas e entidades estão envolvidas nessa causa, porém percebemos que ainda há muito o que fazer especialmente nós consumidores. Fizemos um vídeo falando sobre esse tema com dicas especiais, e você pode ver a seguir: https://youtu.be/eqSzr_Y7E74


Para se tornar um aliado na luta contra o trabalho escravo no mundo da moda acesse
www.youtube.com/desavesso e torne-se um consumidor mais consciente você também!

Recentemente o jornal britânico The Guardian noticiou que as camisetas produzidas pelo grupo musical Spice Girls com o objetivo de arrecadar fundos para uma instituição que promove a igualdade dos gêneros e o empoderamento feminino estava sendo produzida em uma fábrica em Bangladesh onde as mulheres eram forçadas a trabalhar por mais de 16 horas por dia e ainda sofriam diversos abusos pelos chefes e coordenadores.   

O que impressiona é que esse é apenas mais um fato em que o empoderamento é vendido como algo super cool sendo que os envolvidos em promover essa venda não estão comprometidos com seus deveres e responsabilidades com os trabalhadores da fábrica que produz as roupas.

Quem nunca se apaixonou por uma camiseta escrita “GRL POWER” com uma florzinha do lado, mas não investigou nem como a peça foi produzida e principalmente se a empresa tem uma política de equiparação salarial para as trabalhadoras, ao menos? Muitas dessas informações podem ser encontradas nos sites e relatórios das empresas.

É muito bonito vestir a camiseta de uma causa, mas mais bonito ainda é trabalhar para que os direitos sejam efetivos. Busque informação das marcas que você consome, agora as Spice Girls terão que fazer isso.  

A seguir tem um vídeo em que mostramos uma pesquisa do Fashion Revolution Brasil que traz informações muito importantes sobre as marcas brasileiras. Assista e confira como investigar se as marcas que você consome são responsáveis. 

Já ouviu falar nos canudos sustentáveis? Nós, do Desavesso, temos os canudos sustentáveis de aço inox. Eles podem ser reutilizados, são de uso pessoal e você pode levar para onde for. Com ele, você reduz o consumo de canudos de plástico, que são vilões do meio ambiente.
Já falamos sobre esse problema ambiental neste post aqui.
O kit de canudo sustentável é composto por: 1 canudo, 1 buchinha pra limpar e 1 capinha para guardar. Todos os processos de produção são sustentáveis, com descarte correto de materiais, a buchinha é feita com bucha natural e biodegradável e as capinhas são feitas com tecidos de bancos de tecidos, dando um novo significado para tecidos que não serviam mais para fazer outras peças de roupa.
Assista ao vídeo para saber mais sobre os canudos. Você pode adquirir o kit através desse link: https://www.elo7.com.br/lojadesavesso. Qualquer dúvida você também pode falar conosco pelas redes sociais (@desavesso) ou por e-mail: [email protected].
Peças, formatos e cores da estação, ou da temporada nem sempre são dignos de ser desconsiderados da moda sustentável. Nós temos que ter em mente que esses fatores inclusive podem nos ajudar, contanto que não sejam nossa prioridade na hora de nos vestirmos. O fato é que se forem esquemas prontos nos quais tentemos nos encaixar serão um problema mas se forem apenas um item norteador de nossas escolhas podem ser  grandes aliados.
Use referências: No dia que estamos sem ideias de roupa procurar na internet fotos de pessoas famosas ou fashionistas usando as peças tendências pode aumentar nosso leque de possibilidades para construir um look.
Não comprar e sim vasculhar: Assim que a peça ou a cor for indicada como o “grito” da estação não faz sentido sair correndo na magazine mais próxima comprar, mas sim é interessante vasculhar no guarda-roupa e de pessoas próximas algo parecido ou que possa ser customizado pra lembrar o look.
Selecione: Veja bem a qual “moda” você vai se render, não são todas que se encaixam no seu estilo de vida e de humor. Entenda porque motivo você gostaria de usar algo e aí sim invista nela.
Temos um vídeo em que mostramos looks com tendências que montamos apenas com roupas de um bazar beneficente, vem ver!

Para mais informações sobre moda e sustentabilidade acesse o Desavesso no Youtube!